O profissional do futuro e suas habilidades

[Pra cego ver] Silhuetas humanas contra painel de janelase refletindo em chão brilhante

[Pra cego ver] Silhuetas humanas contra painel de janelas e refletindo em chão brilhante

Uma análise do Fórum Econômico Mundial sobre profissões e tecnologia (2019) mostrou as qualidades necessárias ao profissional do futuro, que competirá com máquinas cada vez mais potentes e modernas em suas forças de trabalho e com a chamada Inteligência Artificial. Segundo a instituição, esse profissional deverá diferenciar-se por habilidades não somente técnicas, mas, sobretudo, socioemocionais.

As habilidades cognitivas, por sua vez, devem estar alinhadas à capacidade de resolução de problemas cada vez mais complexos. Alguns desses atributos já são vislumbrados na perspectiva do ensino básico, com a inclusão do aprendizado sobre habilidades socioemocionais nos parâmetros curriculares nacionais. Outros têm sido foco de programas de educação corporativa ou executiva, para empreendedores. Porque todos são efeito não só de uma boa combinação de fatores genéticos e seleção ambiental, mas também de muito treino. Conheça alguns dos mais cotados:

Criatividade – Esse atributo não se limita a uma única natureza (cognitiva, social ou emocional) e é o grande responsável pelo indivíduo ser mais curioso, flexível. Por sua capacidade de solução de problemas complexos e, claro, pela sua capacidade de criar e inovar em todos os campos.

Liderança – A liderança do futuro não é apenas a que coordena, delega, acompanha, cobra resultados, mas é também aquela que inspira pelo exemplo, integra e harmoniza um ambiente conflituoso (sobretudo no contexto da diversidade).

Negociação – O negociador do futuro é o mais preparado para defender sua proposta, o que melhor argumenta e não se intimida ao primeiro sinal de desinteresse da outra parte (aqui entram também a inteligência emocional e a boa comunicação, outras habilidades necessárias ao profissional do futuro).

Inteligência emocional – Falando nela, vale lembrar que, num ambiente organizacional cada vez mais complexo, saber mitigar os efeitos da ansiedade (bem como evitá-la), além de lidar de forma mais saudável com as emoções negativas de maneira geral são requisitos importantes. Saber expressar as emoções no correto contexto e “saborear”as emoções positivas também.

Pensamento crítico – Olhar para as situações de maneira crítica, abandonando crenças pessoais, é outro requisito do profissional do futuro. Em um ambiente de alta complexidade, eliminar “ruídos” analíticos é o melhor a se fazer ao solucionar problemas ou propor inovações.

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